quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Comercial Telesp - Interurbano a Cobrar Pai e Filha

Voltando após longo período de hibernação, vamos ver/rever o belíssimo comercial dos anos 1980 da empresa Telecomunicações de São Paulo S/A, a nossa querida Telesp da Telebrás (privatizada em 1998). A propaganda tem como tema a reconciliação de uma moça com seu pai. Veja abaixo:



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OBS.: Estamos com o projeto de lançar uma série com a história da telefonia brasileira. Comente. Seu comentário é que faz este blog caminhar.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Feliz Natal!

Que neste natal, o coração de cada um de nós possa se iluminar para as coisas que realmente importa para nosso Pai. Que possamos cada vez mais deixar as tristezas para traz e agradecer por tudo que recebemos de Jesus e sua Sagrada Família. Que o verdadeiro sentido do natal seja celebrado, lembrando do nascimento do Santo Menino, nascido da Santa Virgem e com São José, o pai de Deus filho na Terra. Que em 2016 a alegria transborde em sua vida e na vida de todos os seus.
São os votos do Blog Orelhões do Brasil.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

A História do Cartão Telefônico no Brasil

Desde seu lançamento na Eco 92 até os dias de hoje, muitos fatos já ocorreram sobre a trajetória dos cartões telefônicos no Brasil. Neste vídeo da TV UNIESP, a telecartofilista carioca Kátia Azevedo conta tudo sobre os sucessores das fichas telefônicas. Aproveite, os cartões estão saindo de cena.



OBS.: Esta postagem inaugura o novo layout do blog Orelhões do Brasil. Com um design clean, estamos com uma cara mais contemporânea.

sábado, 28 de março de 2015

OrelhõesBr Responde: Por quê estão tirando os orelhões das ruas?

Muitos devem estar se perguntando e perguntando aos seus amigos: Por quê estão tirando os orelhões das ruas brasileiras? O blog orelhões do Brasil selecionou cinco itens para responder essa questão.

1. NÃO DÁ MAIS LUCRO

Como vocês sabem, neste mundo capitalista nenhuma empresa com fins lucrativos mantém algo que não dê um lucro esperado, seja desde uma fábrica de canetas até uma petrolífera. Os orelhões tiveram seus tempos áureos por mais de 20 anos, e isso começou a degringolar nos anos 2000 com a popularização dos celulares. Se antes haviam filas que dobravam a esquina para usar o telefone no meio da rua, com riscos de acabarem suas fichas - ou créditos - no meio da prosa, com os telefones móveis e toda a comodidade que eles dão, além de acesso a redes sociais e mensagens de textos, só usam orelhões quem está desprevenido ou por simples esporte. Olhe na sua rua, se tiver mais de duas pessoas por dia que os utilizem este simples blog te dá um doce.

Achamos um utilizador constante dos orelhões.
Fonte:  turmadamonica.uol.com.br
2. DEPREDAÇÕES CONSTANTES

Você com certeza foi utilizar um orelhão e ele estava quebrado, pichado ou simplesmente não estava lá. Pois é, este problema de vandalismo não é novo por aqui. A antiga Telesp até criou um comercial na década de 80 (clique aqui para vê-lo) quase implorando pra que não matassem os orelhões. Como não bastasse os orelhões não darem lucros, acabam dando prejuízo, e isto estimula que as empresas não cumpram sua parte e deixam de fazer as manutenções devidas aos TP's.

Orelhões sendo depredados por vândalos.
Fonte: g1.com.br
3. A LEI PERMITE CADA DIA MAIS QUE ELES SAIAM DE CIRCULAÇÃO

A Anatel bem que se esforça, mas não há muito o que fazer. Antes a lei obrigava que as teles deveriam manter seis orelhões para cada mil habitantes, em 2011 caiu para quatro por mil, e agora em 2015 pode ser de um para cada mil habitantes. Coitado daqueles que ainda dependem deles pra se comunicar, principalmente onde os sinais de celulares não chegam. Você que já viu um poste com quatro cúpulas de orelhão instalados já percebeu que ele perdeu um de seus irmãos, e pior, toda família pode morrer.

Poste telefônico com quatro cúpulas, coisa raríssima atualmente.
Fonte: g1.com.br 
4. FIM DOS CARTÕES TELEFÔNICOS

Quem tem mais de 20 anos provavelmente ficou curioso quando viu os orelhões movidos a cartões indutivos, os populares cartões telefônicos. Este item logo virou febre, principalmente pelas séries belíssimas que vinham estampadas na frente do objeto, estimulando o crescimento dos telecartofilistas ou simplesmente, colecionador de cartões de telefone.
Eles chegaram na década de 90, acabando com alguns problemas que as fichas traziam, como o de perder os movimentos da perna ao carregar quilos de fichas para telefonar, ou ainda, o fato de os orelhões engolirem as preciosas e o cidadão perder seu rico dinheirinho. Isso era tão frequente que o fato de a ficha funcionar virou até gíria. Quem já não escutou "e aí mano, caiu a ficha?". 
Mas, com o anúncio de que a fabricante de cartões iria parar a produção, o fato afetou ainda mais o desprezo das empresas com suas cabines telefônicos de uso público.

Cartão Telefônico nos seus primórdios.
Fonte: mercadolivre.com.br
5. É O FIM DOS ORELHÕES?

Difícil responder com tanta certeza. Ainda há um esforço para que os telefones públicos voltem a ter sua serventia maior. A Anatel estuda colocar em prática medidas que podem potencializar a vida útil dos bonachões TP's. Algumas como achar um  novo meio de pagamento, substituindo os cartões; permissão às teles para fazerem propagandas no visor, no áudio e nas carcaças dos aparelhos; e distribuição de sinais de internet através dos telefones.

Quem sabe veremos uns desses no Brasil.
Fonte: www.techguru.com.br
Você que ainda utiliza orelhões, mesmo tendo um celular no bolso apenas por esporte, vamos montar um clube, um museu ou um pub para saciar nossa nostalgia, pois pode ser que sejamos os últimos que ainda lembramos de algum momento marcante com a ajuda dos queridos laranjões, azulões ou de outra cor qualquer.

SE VOCÊ POSSUI ALGUMA DÚVIDA SOBRE A TELEFONIA, POSTE SUA PERGUNTA EM FORMA DE COMENTÁRIO OU MANDE UM E-MAIL PARA blogsunificados@yahoo.com.br COM APENAS TEXTOS. DÊ UMA OLHADA NAS POSTAGENS MAIS ANTIGAS, TEM MUITA COISA LEGAL PARA OS QUE CURTEM O ASSUNTO.

terça-feira, 24 de março de 2015

Comercial Alô, Alô, Responde! Telesc década de 90

Comercial lendário sobre a grande expansão da cobertura de serviços da antiga Telesc - estatal do estado de Santa Catarina pertencente ao Sistema Telebrás - com um jingle marcante na década de 1990.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Os orelhões estão morrendo a cada dia

Na reportagem do Jornal Nacional de ontem (13) o orelhão torna-se notícia mais uma vez pela sua extinção. Pra quem nasceu até o começo da década de 1990 com certeza já utilizou ou acompanhou alguém que utilizaria o telefone público mais próximo. Com a constante depredação dos Orelhões - ato sempre presente desde sua criação - e a quantidade menor de chamadas feitas por eles, principalmente pela popularização dos telefones celulares, a Anatel pretende autorizar a diminuição de telefones públicos por habitantes.

Telefone sendo inaugurado em Ramos, no Rio de 
Janeiro. No começo eles eram ovacionados. 

É compreensível que as empresas de telecomunicações retirarem os aparelhos das ruas, já que dão até prejuízo, mas ao mesmo tempo a tristeza vai aumentando, pois a cada dia eles vão saindo de cena. O orelhão, o símbolo brasileiro no exterior - principalmente por sua cúpula protetora inventada aqui por Chu Ming Silveira (veja mais) - vai morrendo como os orelhões de ficha, os telefones a disco, os computadores de mesa e até mesmo o cartão telefônico está com os dias contados. Temos que nos conformar e nos alegrarmos com as novas tecnologias, já que elas trazem mais qualidade em nossas vidas, mas para os apaixonados e saudosistas pelos orelhões será uma tarefa difícil não vê-los nas ruas.

AH!.: Para assistir a matéria do JN basta clicar no link a seguir: Multiplicação dos celulares mostram...
Quem souber da localidade de um dos "cemitérios" dos orelhões (onde ficam as cúpulas aposentadas como na imagem abaixo) comente, eles podem ser interessantes para se fazer uma matéria sobre os telefones públicos. Até mais.
Fonte: Istoé

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Comercial Baby Telesp Celular

Comerciais antigos da  "finada" Telesp Celular, por sinal muito criativos.